Sintep-MT condena arrocho salarial e desmonte serviço público promovido pelo governo Mauro Mendes

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Foto da manchete: Assessoria Sintep MT

Por Jurandir Antonio – Voz: Eneas Jacobina

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O Sintep, Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso, assinou e endossou a carta aberta do movimento sindical direcionada ao povo mato-grossense, com um recado direto e sem rodeios aos prováveis candidatos a cargos eletivos neste ano.

A carta denuncia o abismo entre o governo exibido na propaganda oficial e a realidade vivida por quem sustenta o funcionamento do Estado.

Segundo a publicação, o “governo Mauro Mendes da TV” não é o mesmo enfrentado diariamente por servidores da saúde, educação, segurança pública, assistência social, Judiciário, fiscalização e demais áreas que atendem diretamente a população.

A carta reforça que nos postos de saúde, hospitais, escolas e repartições públicas, a realidade é crua, nua e sem a maquiagem do marketing governamental.

O documento afirma ainda que o Palácio Paiaguás, atual endereço do governador, permanece de portas fechadas para o diálogo com o conjunto dos trabalhadores do serviço público.

A carta aberta dos sindicalistas destaca também que o governador não recebe, e nunca recebeu, uma representação legítima das categorias para tratar de suas reivindicações históricas.

O documento detalha números que mostram o arrocho salarial imposto aos servidores públicos estaduais nos últimos sete anos. 

Para o presidente do Sintep, Henrique Lopes, a política do governo é deliberada e atinge o coração do serviço público.

Segundo ele, a gestão Mauro Mendes escolheu governar contra os servidores. Enquanto vende uma imagem fictícia de eficiência, arrocha salários, desmonta políticas públicas e precariza os serviços oferecidos à população.

A carta diz ainda que mesmo após a recomposição de 5,40%, concedida em janeiro, os servidores seguem com perdas expressivas e mantêm a luta pela recomposição de 18,38%, referente ao confisco acumulado nos últimos oito anos.

Segundo os sindicalistas, a mobilização continuará nas ruas, nas bases e no debate público, denunciando o descaso.

Sapicuá Rádio Agência, da redação em Cuiabá, Enéas Jacobina