Instituições realizarão evento para divulgar confiabilidade das urnas

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Foto da manchete: Agência Brasil

 

Por Sayonara Moreno - Repórter da Rádio Nacional - Brasília

A justiça eleitoral e a Comissão de Transparência Eleitoral devem realizar um evento público para divulgar resultados de análises que confirmam a confiabilidade das urnas eletrônicas, nas eleições de outubro. Esse é um ponto acordado durante reunião nesta quarta-feira entre o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Alexandre de Moraes, e o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira.

Pela segunda vez, desde que se tornou presidente da corte, Alexandre de Moraes recebeu, o ministro Nogueira, para conversarem sobre a segurança das urnas eletrônicas. O encontro teve a participação de integrantes da área técnica das duas instituições. Um deles é o coronel Marcelo Nogueira, do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, Ele é chefe da equipe de técnicos militares das Forças Armadas, uma das entidades que fiscalizam o sistema eletrônico e foi um dos técnicos das Forças Armadas a participar da inspeção dos códigos-fonte da urna eletrônica, no início de agosto.

Durante o encontro, foi reforçado que todos os boletins de urna serão divulgados pelo TSE, para que os resultados sejam conferidos e totalizados, pelos partidos políticos e entidades independentes. Segundo o TSE, “ficou reconhecido o êxito dos testes de verificação das Urnas Eletrônicas”, realizados por TRÊS universidades públicas e a importância da realização de um evento público com a Comissão de Transparência Eleitoral e as entidades fiscalizadoras para a apresentação desses resultados”.

As Forças Armadas fazem parte da Comissão de Transparência das Eleições e foram incluídas como uma das entidades fiscalizadoras do sistema eletrônico de votação. Criada pra ampliar a transparência e a segurança nas etapas da eleição de outubro, a comissão ainda é integrada por “representantes de instituições e órgãos públicos, especialistas em tecnologia da informação e representantes da sociedade civil”, de acordo com a corte.
 

Edição: Nádia Faggiani / Beatriz Arcoverde

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