Setembro Amarelo: grupos de apoio ajudam quem está em sofrimento

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Por Ana Lúcia Caldas - Brasília

Estamos no Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio.

Ricardo Oliveira, de 45 anos, é hoje voluntário, em São Paulo, da Abrata - Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos, que incluem a depressão e o transtorno bipolar.

Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, são registrados cerca de 12 mil suicídios por ano. Desse total, 96,2% dos casos estão relacionados a transtornos mentais, como depressão e ansiedade.

Ricardo Oliveira conta que chegou à Abrata em 2008, depois de uma depressão forte e indicação médica

O psicanalista Lenilson Ferreira está à frente ao GAP – Grupo de Apoio à Depressão, em Niterói, no Rio de Janeiro. Ele explica como é a frequência no grupo.

Zeina Soares, de 64 anos, tem depressão e fala da sua experiência no GAP.

O presidente da Sociedade Brasileira de Psiquiatria, Antonio Geraldo da Silva, alerta que esse apoio deve sempre contar com o encaminhamento para o tratamento médico.

O psicanalista Lenilson Ferreira diz que é importante observar os sinais de quem precisa de ajuda. Ele destaca três.

Leila Herédia, do Centro de Valorização da Vida (CVV), lembra que buscar ajuda e fundamental. O número do CVV é o 188.

 

* Produção: Rosemary Cavalcanti

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