Obesidade, bebida, cigarro e sedentarismo podem aumentar o risco de câncer de mama

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Por Jurandir Antônio – Voz: Vinícius Antônio

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Celebrado mundialmente desde os anos 90, o Outubro Rosa é uma campanha que incentiva o contato e conhecimento entre mulheres e o seu corpo para combater o câncer de mama.


No Brasil, segundo o Inca, Instituto Nacional de Câncer, essa é a doença que mais atinge mulheres no país e são estimados mais de 66 mil novos casos em 2020.

 

Além disso, o câncer de mama é a principal causa de mortes entre as mulheres brasileiras.


O câncer de mama se desenvolve a partir da multiplicação desordenada das células da mama que formam um tumor maligno, podendo evoluir rapidamente ou lentamente, dependendo do tipo de tumor e comportamento apresentado pela doença.

 

São incomuns em pessoas com menos de 35 anos, sendo mais frequente acima dos 50 anos de idade.


Os sintomas mais comuns, são o aparecimento de nódulo, ou caroço endurecido na mama ou na axila, geralmente não dói no início da doença.

 

Também podem aparecer alterações da pele que recobre a mama, ficando com aspecto de “casca de laranja”, alteração da cor da pele, secreções pelo mamilo, em mulheres que não estejam amamentando.

 

Como os homens também têm mama, é interessante ressaltar que o câncer de mama também acomete homens, contudo são relatados em menos de 1% dos casos da doença.


O risco do câncer de mama está relacionado ao aumento da idade, fatores hormonais, como por exemplo, o início da menstruação antes dos 12 anos e menopausa após os 55 anos de idade e a reposição hormonal na menopausa.

 

O risco é mais elevado, também para pessoas obesas, fumantes, aquelas que consomem bebidas alcoólicas e o sedentarismo. 

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