Imea e Senar divulgam custos de produção de algodão, soja e milho em MT

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Por Jurandir Antonio – Voz: Yaponira Cavalcanti

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O Imea, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária e o Senar, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso, divulgaram os dados de janeiro de 2026 do Projeto Custo de Produção Agropecuário, com estimativas para a safra 2026/27.

O levantamento acompanha as culturas de algodão, soja e milho, e aponta movimentos distintos nos custos, influenciados sobretudo pelos preços e ajustes de uso de insumos, como fertilizantes.

A análise considera dois indicadores, o Custo Operacional Efetivo, que reúne o custeio da atividade e as despesas com manutenção, impostos, taxas e outros desembolsos diretos.

E o Custo Operacional Total, que incorpora itens como depreciação e pró-labore.
Em conjunto, os parâmetros são utilizados para apoiar o planejamento da safra e a avaliação de resultados das atividades agrícolas em Mato Grosso.

O algodão manteve-se como a cultura de maior custo de produção entre as principais lavouras do estado.

Em janeiro de 2026, o custeio foi estimado em 10 mil 295 reais e 48 centavos por hectare, queda de 1,39% no mês.

Os defensivos seguiram como principal componente do custeio, com quatro mil 588 reais e 79 centavos por hectare, apesar da retração de 3,09%.

Em seguida, aparecem os fertilizantes, estimados em três mil 291 reais e 47 centavos por hectare, com alta de 0,41%.

Realizado mensalmente, o Projeto Custo de Produção Agropecuário reúne indicadores técnicos e econômicos para apoiar o planejamento e a gestão das atividades agropecuárias em Mato Grosso.

O coordenador de Inteligência de Mercado Agropecuário do Imea, Rodrigo Silva, afirma que o trabalho amplia a base de informações disponíveis ao produtor e contribui para decisões mais alinhadas à realidade do campo.


Sapicuá Rádio Agência, da redação em Cuiabá, Yaponira Cavalcanti