Caso Henry: Monique Medeiros já está em prisão domiciliar

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Foto da manchete: Tânia Rêgo | Agência Brasil 

 

Por Fabiana Sampaio - Repórter da Rádio Nacional - Rio de Janeiro

Monique Medeiros, denunciada pela morte do próprio filho, Henry Borel, de quatro anos, já está usando tornozeleira eletrônica. Ela teve a prisão preventiva convertida em domiciliar, com monitoramento eletrônico, instalado nesta quarta-feira (06), um dia após ela deixar o presídio.

A juiza Elizabeth Machado Louro, da 2ª Vara Criminal, acolheu pedido de defesa da professora, que alegou que Monique vinha sofrendo ameaças e agressões dentro do presídio, no Complexo de Bangu, zona norte da capital fluminense.

A decisão da magistrada também determina que ela fique em local sigiloso, diferente das residências que utilizava anteriormente à prisão; não mantenha contato com terceiros, à exceção de familiares e advogados, e não faça postagens nas redes sociais. 

Já no caso do ex-vereador Dr. Jairinho, namorado de Monique e acusado de torturar Henry,  a juíza manteve a prisão preventiva, ao considerar que nenhum elemento novo foi trazido pela defesa capaz de modificar sua situação processual.

Presos há quase um ano, Monique e Jairinho foram denunciados pelo Ministério Público por homicídio qualificado, com recurso que dificultou a defesa da vítima, tortura, coação de testemunha, fraude processual e falsidade ideológica.  

O Ministério Publico do Estado já informou que vai recorrer da decisão que determinou a soltura de Monique Medeiros. 

Edição: Sheily Noleto / Guilherme Strozi

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