PROPAGANDA NEGATIVA. Fávaro aponta uso político, aciona Justiça Eleitoral e denuncia campanha difamatória

Áudio
Download do arquivo abaixo: (ou botão direito em salvar link como)

Foto da manchete: Assessoria

Por Assessoria – Da Redação – Voz: Enéas Jacobina

Texto do áudio

O senador Carlos Fávaro anunciou, nesta segunda-feira, uma contraofensiva jurídica perante a Justiça Eleitoral para conter o que classificou como uma campanha estruturada de desinformação e propaganda eleitoral negativa difamatória contra a sua imagem pública.

A medida é uma reação à replicação em massa de reportagens que tentam vincular o senador a supostas irregularidades em uma pesquisa de campo realizada no município.

A estratégia da defesa foca no flagrante uso político de uma ação de danos morais movida de forma equivocada por uma trabalhadora.

O parlamentar demonstrou que a exploração midiática do caso por portais e blogs locais tem o claro objetivo de influenciar o debate eleitoral deste ano, configurando abuso e propagação de notícias sabidamente inverídicas.

Na ocasião, Fávaro enfatizou que não é possível permitir que o processo democrático seja contaminado por mentiras fabricadas.

Os advogados do senador sustentam que a narrativa divulgada pelos veículos de comunicação omite intencionalmente a realidade dos fatos.

Documentos oficiais protocolados no Processo revelam que a relação jurídica geradora da controvérsia foi estritamente entre o Diretório Estadual do PSD, Partido Social Democrático de Mato Grosso, e a empresa mineira Rumo Serviços Publicitários Ltda., contratada em 14 de abril de 2026.

A prestação de serviços englobou sete municípios do estado e, contratualmente, toda a coordenação e custos operacionais ou trabalhistas das equipes de rua eram de obrigação única da agência.

As Notas Fiscais de Serviço Eletrônicas emitidas em abril, maio e junho comprovam que o tomador do serviço é o partido político, inexistindo qualquer assinatura ou envolvimento da pessoa física de Carlos Fávaro.

A representação eleitoral apresentada pela assessoria jurídica, exige a remoção imediata das matérias jornalísticas veiculadas de forma padronizada e sem a concessão do direito ao contraditório.

Além da exclusão das páginas da internet, Fávaro pleiteia o direito de resposta proporcional nos mesmos espaços em que os ataques foram desferidos.

Sapicuá Rádio Agência, da redação em Cuiabá, Enéas Jacobina