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Secas, estiagens e chuvas intensas causaram prejuízos de SETECENTOS E OITENTA E CINCO BILHÕES E QUATROCENTOS MILHÕES DE REAIS aos municípios brasileiros entre 2013 e 2025.
Os dados são de um levantamento divulgado pela Confederação Nacional de Municípios. Os maiores impactos foram registrados nos setores de infraestrutura, agropecuária e habitação.
A seca e a estiagem responderam pela maior parte das perdas, com QUATROCENTOS E CINQUENTA E OITO BILHÕES E TREZENTOS MILHÕES DE REAIS em prejuízos.
O Nordeste foi a região mais afetada, concentrando QUARENTA E OITO POR CENTO do total. Em seguida aparecem Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte.
O levantamento mostra ainda que NOVENTA E CINCO VÍRGULA UM POR CENTO dos municípios brasileiros enfrentaram pelo menos um desastre climático no período analisado.
Neste recorte, seca e estiagem geraram cerca de TRINTA MIL decretos de emergência ou calamidade pública. Já os eventos relacionados ao excesso de chuvas somaram VINTE E DOIS MIL E OITOCENTOS registros.
As chuvas intensas também provocaram inundações, enxurradas e deslizamentos. Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais lideram o número de ocorrências.
Os desastres registrados no país causaram ainda TRÊS MIL DUZENTAS E VINTE E UMA mortes ao longo dos últimos TREZE anos. Somente em 2022 foram SEISCENTOS E SETE óbitos, o maior número do período.
O levantamento aponta também que mais de QUATROCENTOS E NOVENTA E TRÊS MILHÕES de pessoas foram afetadas pelos desastres climáticos no Brasil. Cerca de SEIS MILHÕES E QUATROCENTAS MIL pessoas tiveram que deixar suas casas por causa de desalojamentos e desabrigos.
Reportagem, Marquezan Araújo