Brasil já tem mais de 44 mil cervejas registradas e alcança recorde no valor das exportações do setor

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O Brasil registrou, em 2025, o maior número de cervejarias da série histórica. São MIL NOVECENTAS E CINQUENTA E QUATRO unidades, distribuídas em SETECENTOS E NOVENTA E QUATRO MUNICÍPIOS, segundo o Anuário da Cerveja 2026, divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.

O levantamento aponta também que o setor chegou a QUARENTA E QUATRO MIL DUZENTAS E DOZE cervejas registradas, alta de DOIS VÍRGULA QUATRO POR CENTO em um ano. O número de marcas também subiu e chegou a CINQUENTA E SEIS MIL CENTO E SETENTA.

No comércio exterior, as exportações somaram TREZENTOS E QUINZE MILHÕES E QUINHENTOS MIL litros, uma queda de CINCO VÍRGULA UM POR CENTO em relação ao ano anterior. Mesmo assim, o valor exportado atingiu o recorde de DUZENTOS E DEZOITO MILHÕES E QUATROCENTOS MIL DÓLARES, indicando maior valor por litro.

A cerveja brasileira foi exportada para SETENTA E SETE países, com quase todo o volume concentrado na América do Sul. O Paraguai respondeu por SESSENTA E DOIS VÍRGULA TRÊS POR CENTO das vendas.

As importações também cresceram em volume, com alta de DUZENTOS E CINQUENTA E UM VÍRGULA QUATRO POR CENTO, chegando a VINTE E SEIS MILHÕES E TREZENTOS MIL litros. Os Estados Unidos lideram como principal fornecedor.

No mercado de trabalho, o setor de bebidas ultrapassou CENTO E QUARENTA E TRÊS MIL empregos diretos, sendo QUARENTA E UM MIL NOVECENTOS E SETENTA E SEIS na fabricação de malte, cerveja e chope.

A produção nacional passou de QUINZE BILHÕES de litros em 2025, com quase um terço desse total formado por cervejas puro malte.

O anuário destaca ainda o crescimento das cervejas sem glúten, com aumento superior a QUATROCENTOS POR CENTO, e a ampliação do mapeamento das cervejarias no país.

O relatório consolida dados de produção, registros, comércio exterior e emprego do setor cervejeiro brasileiro

Reportagem, Marquezan Araújo