| 04 IA. Um terço dos produtores rurais brasileiros já utiliza inteligência artificial na propriedade.mp3 |
Foto da manchete: Ilustração/Reprodução
Por Jurandir Antonio – Voz: Enéas Jacobina
Texto do áudio
A inteligência artificial já está presente em 32% das empresas, cooperativas e propriedades rurais consultadas em levantamento com profissionais do agronegócio.
A tecnologia começa a sair dos escritórios e chegar às decisões de plantio, irrigação, aplicação de insumos, controle de pragas, manutenção de máquinas, pecuária e comercialização.
O percentual não permite concluir que o Brasil esteja atrasado.
A pesquisa ouviu 197 profissionais e não possui abrangência suficiente para representar todo o setor.
Além disso, ainda não existe uma estatística internacional padronizada que permita comparar diretamente o uso de inteligência artificial nas propriedades de diferentes países.
O conceito também varia entre os levantamentos.
Algumas pesquisas consideram apenas sistemas que aprendem com dados e produzem previsões.
Outras incluem agricultura de precisão, sensores, drones, imagens de satélite, pilotos automáticos e plataformas digitais, mesmo quando essas ferramentas não utilizam inteligência artificial em todas as suas funções.
O produtor não precisa comprar um drone, trocar o maquinário nem contratar um sistema caro para começar.
O primeiro passo é escolher um problema específico da propriedade, como consumo elevado de combustível, desperdício de água, falhas na aplicação, dificuldade para localizar pragas ou falta de controle dos custos.
Tratores, colheitadeiras, pulverizadores, ordenhadeiras e sistemas de irrigação mais recentes podem gerar dados e oferecer recursos de automação ou inteligência artificial que não estão sendo utilizados.
O produtor deve consultar o fabricante, a concessionária ou a assistência técnica para saber quais funções estão incluídas no equipamento.
Sapicuá Rádio Agência, da redação em Cuiabá, Enéas Jacobina